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13 julho, 2017

cabeça de dragão (Head of Dragon)

O Mitológico Catópleba



O catóblepa (do grego καταβλέπω: "que olha para baixo") é um animal mitológico, quadrúpede, semelhante a um antílope, com uma cabeça tão grande e pesada que só pode olhar para baixo. Seus olhos são vermelhos e injetados, e ele pode matar somente com o olhar. As suas costas têm escamas que o protegem. Plínio, o Velho, disse que ele vivia na Etiópia.
Esta curiosa criatura foi também descrita por Claudio Eliano, Leonardo da Vinci, Topsell e Flaubert. O Padre Manuel Bernardes, fez a seguinte alusão ao monstro:
"Vem cá, catóblepa dos olhos carregados, e focinho derribado sobre a terra, não basta a força de um Deus para os levantares e adora-lo?" (António Feliciano de Castilho, Padre Manoel Bernardes: Excertos, tomo I, Rio de Janeiro, 1865, p. 66).
O catóblepa é provavelmente uma visão fantasiosa do gnu ou do pangolim.

Fonte: Wikipedia

11 julho, 2017

Meus Sprites de Game antigo



Em computação gráfica, um sprite (do latim spiritus, significando "duende", "fada") é um objeto gráfico bi ou tridimensional que se move numa tela sem deixar traços de sua passagem (como se fosse um "espírito").
Os sprites foram usados primeiramente como um método diminuto de animar  várias imagens agrupadas em jogos de computador bidimensionais, usando hardware. Com a melhoria da performance dos computadores, tornou-se desnecessário o método e o termo transferiu para referir-se especificamente às imagens bidimensionais que eram integradas numa determinada cena, isto é, figuras geradas por hardware ou software eram todas referenciadas como sprites. A medida que gráficos tridimensionais surgiram, o termo passou a descrever uma técnica elementar de simulação de imagens em 2D ou 3D que prescinde do uso de renderizações complexas.
Na época em que jogos em duas dimensões eram o máximo de que o hardware de um usuário padrão era capaz de exibir, todas as cenas de todos os jogos precisavam ser compostas através de diversas imagens bidimensionais posicionadas de tal modo que representavam o posicionamento específico de cada um dos elementos que compunham as cenas.

Conforme o tempo passou e as tecnologias disponíveis para produtores de jogos e jogadores foram avançando, as cenas começaram a ser representadas de maneiras mais avançadas, misturando, por exemplo, modelos tridimensionais complexos e imagens bidimensionais que eram aplicadas sobre objetos em três dimensões, ou que representavam elementos que dispensavam uma terceira dimensão.
Estes objetos exibidos em duas dimensões, que geralmente compõem elementos de fundo ou são sobrepostos em modelos tridimensionais, são chamados sprites. Sua principal função atualmente é economizar recursos ao tornar desnecessária a representação de objetos utilizando objetos complexos em três dimensões, porém também continua sendo essencial para a produção de jogos bidimensionais.
Uma  utilidade menos óbvia, é a de representar personagens bidimensionais em animações em flash ou webcomics. Existem maneiras de se retirar um conjunto de sprites de um determinado jogo, ou produzir seus próprios, e isso pode facilitar a produção de uma história animada que referencia ou parodia um game clássico da era dos jogos de duas dimensões.
Desenhei este personagem como experimentação. Não usei nenhum método de copiar ou colar imagens pré-existentes. Tudo à mão!  Foi um trabalho de anos. Tive que fazer Sprite por Sprite. Bom, deu certo (eu acho). Colorizei um por um no Computador!

Fontes: Wikipedia; www.tecmundo.com.br.

06 julho, 2017

Antigos Rascunhos I

Estou postando uns antigos desenhos rascunhos que desenhei por volta de 2001-2002. Nada significativo. Mas mostra como o traço e concepções evoluem.

03 julho, 2017

O Leão de Al-lāt

O Leão de Al-lāt era uma estátua de um leão agachado segurando uma gazela entre as patas que decorava o templo da divindade árabe pré-islâmica Al-lāt em Palmira, Síria. A estátua era um alto-relevo em silhar de pedra calcária numa parede exterior do templo. Foi erigida no início do século I d.C., tinha 3,5 metros de altura e pesava 15 toneladas. Supõe-se que o leão representava o consorte de Al-lāt e que a gazela simbolizava as caraterísticas amorosas e ternas da deusa, que não permitia o derramamento de sangue sob pena de retaliação. Na pata esquerda do leão havia parte de uma inscrição danificada, escrita em palmirense, onde se lia «tbrk ʾ[it] (Al-lāt abençoará) mn dy lʾyšd (quem não derramar) dm ʿl ḥgbʾ (sangue no santuário)».
A estátua foi descoberta em 1977 por uma equipa de arqueólogos polacos liderada por Michał Gawlikowski. Estava feita em pedaços que tinham sido reutilizados ainda na Antiguidade nas fundações do templo. Subsequentemente os pedaços foram reunidos e a estátua reconstruída foi colocada na entrada do Museu de Palmira. O trabalho de restauro foi realizado por Józef Gazy. Em 2005 a estátua foi novamente restaurada para eliminar alguns problemas do restauro anterior. Esta última intervenção devolveu à estátua a sua aparência original — um relevo que sobressaía de uma parede.
Durante a Guerra Civil Síria, a estátua foi blindada com uma placa de metal e sacos de areia para a proteger dos combates. Em 27 de junho de 2015, foi demolida pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante que cerca de um mês antes tinha tomado o controle de Palmira.

FONTE: Wikipedia

09 junho, 2017

Yggdrasil II - 2016





Na mitologia nórdica, Yggdrasil ou (nórdico antigo: Yggdrasill) é uma árvore colossal (algumas fontes dizem que é um freixo, outras que é um teixo), que é o eixo do mundo.

Localizada no centro do universo ligava os nove mundos da cosmologia nórdica, cujas raízes mais profundas estão situadas em Niflheim, um mundo sombrio onde ficavam várias árvores assombradas e solo onde não se produzia nada, escuridão profunda com gigantes e terríveis monstros. O tronco era Midgard, ou seja, o mundo material dos homens; a parte mais alta, que se dizia tocar o Sol e a Lua, chamava-se Asgard (a cidade dourada), a terra dos deuses, e Valhala, o local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.

Conta-se que nas frutas de Yggdrasil estão as respostas das grandes perguntas da humanidade. Por esse motivo ela sempre é guardada por uma centúria de valquírias, denominadas protetoras, e somente os deuses podem visitá-la. Nas lendas nórdicas, dizia-se que as folhas de Yggdrasil podiam trazer pessoas de volta a vida e apenas um de seus frutos, curaria qualquer doença e até mesmo salvaria a pessoa a beira da morte.

Os nove mundos contidos na Yggdrasil são:

    Mannheim (Midgard), o mundo dos homens. É representado por Jera, a runa do ciclo anual;
    Godheim (Asgard), o mundo dos Æsir. É representado por Odin, a runa da troca;
    Vanaheim, o mundo dos Vanir. É representado por Ingwaz, a runa da semente;
    Helheim, o mundo dos mortos. É representado por Hagalaz, a runa do granizo;
    Svartalfheim, o mundo dos anões ou elfos escuros. É representado por Elhaz, a runa do teixo;
    Alfheim, o mundo dos elfos claros. É representado por Dagaz, a runa do dia;
    Jotunheim, o mundo dos gigantes de rocha e de gelo (Jotuns). É representado por Nauthiz, a runa da necessidade;
    Niflheim, o mundo de gelo eterno. É representado por Isa, a runa do gelo;
    Muspelheim, o mundo de fogo. É representado por Sowilo, a runa do sol.


Fonte: wikipedia

05 junho, 2017

Artrópode Marciano




Cientistas há muito tempo especulam sobre a possibilidade de vida em Marte, devido à proximidade e algumas similaridades do planeta, com a Terra. A questão remanesce em aberto: se existe vida em Marte atualmente, ou se existiu no passado.

Nas pesquisas feitas pelas sondas enviadas a Marte após o ano 2000, parece dar tênue luz à objeção, já que não foram encontrados vestígios de vida atual no planeta. Entretanto, a possibilidade de ter existido condições para a vida se torna mais aceitável, pois há evidências da presença de água na sua superfície num passado longínquo de dois bilhões de anos, e de existência atual de água nos seus pólos; além de suspeitas de que exista também água sob a superfície do planeta. Novo ímpulso surge em 4 de Agosto de 2011, com a divulgação da NASA através da Science, da descoberta de fluxos de água em encostas quentes marcianas que não apenas pelo seu alto teor salino resistiria à congelação, como justificaria ainda a vida de extremófilos.

Fonte: Wikipedia