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25 abril, 2018

O Megalossauro de William Buckland

A versão errônea que o teólogo William Buckland construiu do dinossauro em 1815. Ele, no meu ver, não teve culpa porque foi o primeiro exemplar de dinossauro descrito!

 O megalossauro (Megalosaurus bucklandii, do grego "lagarto grande" ou "grande réptil") foi um dinossauro terópode, carnívoro e bípede, que viveu durante o período Jurássico. Media de oito a nove metros de comprimento e pesava em torno de duas toneladas. Uma característica pouco comum desse dinossauro é o pescoço curto e muito forte, adaptado para sustentar sua enorme cabeça. Tinha uma mandíbula gigantesca e a força de um terrível predador. Possuía grandes e afiados dentes curvos, em forma de serra, e garras nas patas dianteiras para retalhar suas presas.Foi encontrado nas minas de ardósia de Stonesfield em Oxfordshire, na Inglaterra, em 1818.
 Em meados de 1676 foi encontrado na Inglaterra o primeiro osso fossilizado de dinossauro, entretanto na época ninguém tinha ideia de que se tratava de um animal pré-histórico. Consideraram então o osso como sendo de um homem gigante mencionado na Bíblia. Mais tarde, em 1815, William Buckland estudou fósseis descobertos na mesma região, mas o conhecimento já estava suficientemente maduro para entender que tais ossos pertenceram a um grande animal pré-histórico, batizado de Megalosaurus. Sobre o osso de 1676 nunca mais houve notícias, mas tudo indica que se tratava do fêmur de um megalossauro adulto. Sendo assim o megalossauro foi o primeiro dinossauro a ser descoberto, além de ter sido o primeiro dinossauro descrito cientificamente, no ano de 1824 pelo seu descobridor William Buckland.

William Buckland (Axminster, Devon, 12 de março de 178424 de agosto de 1856) foi um teólogo britânico que se tornou Deão de Westminster, geólogo e paleontólogo. Ele fez a primeira coleta e descrição completa de um dinossauro, nomeado megalossauro. Seu trabalho na caverna de Kirkdale comprovou um covil pré-histórico de hiena, pelo qual foi premiado com a Medalha Copley. Foi amplamente elogiado pelo exemplo de como a análise científica detalhada pode ser usada para entender a história geológica com a resconstrução de eventos do conceito Tempo Profundo.
Foi um pioneiro no uso de fezes e restos fossilizados, para os quais ele inseriu o termo coprólito, a fim de reconstruir antigos ecossistemas. Buckland foi o proponente da teoria Gap, que interpretava o acontecimento bíblico de Gênesis referindo-se a dois episódios da Criação separados por um período de duração. Essa teoria surgiu no final do século XVIII e começo do século XIX, como uma maneira de reconciliar os acontecimentos das Escrituras com as descobertas geológicas, que sugeriam a Terra muito antiga.
No começo de sua carreira, ele acreditou que tivesse encontrado evidência geológica do dilúvio bíblico, porém mais tarde se convenceu de que a Era do Gelo de Louis Agassiz proveu melhor explicação e desempenhou um importante papel na promoção da teoria na Grã-Bretanha. Foi laureado com a medalha Wollaston, concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1848.

18 abril, 2018

"Hic Sunt Dracones" Versão 2018

Fiz este desenho devido o último de 2015 está com a tinta gasta (acredito que a caneta não era de boa qualidade). O desenho atual eu limpei mais e reforcei o traço de contorno!

12 abril, 2018

Brasão da Cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil



NOTA: Minha homenagem e torcida pela cidade que hoje sofre com o caos e violência! Ela superará toda essa tormenta! 


O brasão da cidade do Rio de Janeiro é um dos símbolos oficiais do município do Rio de Janeiro.
 O Brasão tem como características o escudo português, em campo azul ( por razões simbólicas desenhei como branco simbolizando a paz), cor simbólica da lealdade, a esfera armilar manuelina combinada com as três setas que supliciaram São Sebastião, padroeiro da cidade, tudo em ouro, tendo ao centro o barrete frígio, símbolo do regime republicano.

Como lembrança da mesma como capital, temos a coroa mural de cinco torres de ouro encimando o escudo. Como suportes, dois botos-cinza, um à direita e outro à esquerda, simbolizando cidade marítima. À direita, um ramo de louro e à esquerda, um ramo de carvalho, representando, respectivamente, a vitória e a força.
Rio de Janeiro (frequentemente referida simplesmente como Rio) é um município brasileiro, capital do estado homônimo, situado no Sudeste do país. Maior destino turístico internacional no Brasil, da América Latina e de todo o Hemisfério Sul, a capital fluminense é a cidade brasileira mais conhecida no exterior, funcionando como um "espelho", ou "retrato" nacional, seja positiva ou negativamente. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sexta maior da América e a trigésima quinta do mundo. Tem o epíteto de Cidade Maravilhosa e aquele que nela nasce é chamado de carioca. Parte da cidade foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade, com o nome "Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar", classificada pela UNESCO em 1 de julho de 2012 e categorizada como uma Paisagem Cultural.

É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, o morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca (entre outros), o Estádio do Maracanã, o Estádio Nilton Santos, o bairro boêmio da Lapa e seus arcos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, as florestas da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de Paquetá, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba.

Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo), estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), e é sede das duas maiores empresas brasileiras - a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, o Grupo Globo.

09 abril, 2018

Black Widow Shark (Viuva Negra) - Série ThunderCats

Este Monstro icônico apareceu pelo menos em dois episódios da série ThunderCats (anos 80). Confesso que desde aquela época me incomodava esta mistura muito estranha de animal articulado (honestamente não conseguia enxergar uma viúva negra (aracnídeo) naquelas patas) com peixe (tubarão). Parecia sim como aquelas quimeras muito criativas de bestiários medievais!

02 abril, 2018

Constelação de Andrômeda



Andrômeda (português brasileiro) ou Andrómeda (português europeu) (And) é uma das 48 constelações relacionadas pelo astrônomo greco-romano do século II Ptolemeu, e permanece como uma das 88 constelações modernas. Localizada a norte do equador celeste, foi nomeada a partir de Andrômeda, filha de Cassiopeia, da mitologia grega, que foi acorrentada a uma rocha para ser devorada pelo monstro marinho Cetus. Andrômeda é mais visível durante as noites de outono do hemisfério norte, juntamente com várias outras constelações nomeadas como personagens do mito de Perseu. Por causa de sua declinação setentrional, Andrômeda é visível somente a norte da latitude 40° sul; para observadores mais a sul, ela fica constantemente abaixo da linha do horizonte. É uma das maiores constelações, com uma área de 722 graus quadrados, equivalente a mais de 1 400 vezes o tamanho da Lua cheia, 55% da área da maior constelação, Hydra, e mais de dez vezes a área da menor constelação, Crux.

Sua estrela mais brilhante, Alpha Andromedae, é uma estrela binária que também já foi contada como parte de Pegasus, enquanto Gamma Andromedae é uma binária colorida e um alvo popular para astrônomos amadores. Apenas um pouco mais tênue do que Alpha, Beta Andromedae é uma gigante vermelha cuja cor é visível a olho nu. O objeto de céu profundo mais óbvio da constelação é a galáxia de Andrômeda (M31, também chamada a Grande Galáxia de Andrômeda), a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea e um dos mais brilhantes objetos Messier, sendo visível a olho nu. Diversas galáxias menos brilhantes, incluindo M110 e M32, companheiras de M31, bem como a mais distante NGC 891, situam-se na área de Andrômeda. A nebulosa planetária NGC 7662 é visível ao telescópio como um objeto circular azul.

Na astronomia chinesa, as estrelas que compõem Andrômeda eram membros de quatro constelações diferentes, que tinham significado astrológico e mitológico; uma constelação relacionada com Andrômeda também existe na mitologia hindu. Em Andrômeda está o radiante dos Andromedídeos, uma fraca chuva de meteoros que ocorre em novembro.

22 março, 2018

A Concha do Gastrópode



A concha (do termo latino conchula, através de *concla), também chamada de itã, sambá e tambá, é um órgão rígido, muitas vezes externo, característico dos moluscos. A morfologia da concha é uma das características usadas para classificar estes animais:

    Os bivalves, como o nome indica, têm uma concha formada por duas peças;
    Os gastrópodes, como os caracóis, têm geralmente uma concha assimétrica, muitas vezes desenhada em espiral; mas as lesmas podem ter um rudimento de concha interior;
    Os cefalópodes, como o choco, têm uma concha interna, mas o náutilo possui uma concha exterior.

As conchas são formadas por nácar, uma mistura orgânica de camadas de bifes (uma escleroproteína), seguida de uma capa intermédia de calcite ou aragonite, e por último uma camada de carbonato de cálcio (CaCO3) cristalizado.

O nácar é secretado por células ectodérmicas do manto de certas espécies de moluscos. O sangue dos moluscos é rico em uma forma líquida de cálcio, que se concentra fora do fluxo sanguíneo e se cristaliza como carbonato de cálcio. Os cristais individuais de cada camada diferem na sua forma e orientação. O nácar deposita-se de forma contínua na superfície interna da concha do animal (a capa nacarada iridescente, também conhecida como madrepérola). Estes processos proporcionam, ao molusco, um meio para alisar a própria concha e mecanismos de defesa contra organismos parasitas e dejectos prejudiciais.

Quando um molusco é invadido por um parasita ou é incomodado por um objecto estranho que o animal não pode expulsar, entra, em acção, um processo conhecido como enquistação, pelo meio do qual a entidade ofensiva é envolta, de forma progressiva, por camadas concêntricas de nácar. Com o tempo, formam-se pérolas. A enquistação mantém-se até que o molusco morra.

As conchas são muito duradouras: duram mais tempo que os animais de corpo mole que as produzem. Em lugares onde se acumulam grandes quantidades de conchas, formam-se sedimentos que podem converter-se, por compressão, em calcário.

Alguns animais, como os paguros, aproveitam conchas abandonadas para as utilizarem como proteção de seus corpos moles.
Fonte : Wikipedia

15 março, 2018

A Bananeira (pintura em aquarela)








Pintei esta bananeira durante uma tarde de chuva. Há tempos queria pintar uma bananeira em aquarela. Tomei a liberdade de pintar cachos já maduros com a flor típica ao mesmo tempo.  Este quadro tem 50 X 66 cm. Folha cartolina branca.
Sobre as bananeiras:
As bananeiras, figueiras-de-adão, pacobeiras ou pacoveiras são plantas do gênero Musa, um dos três que compõem a família Musaceae, que inclui as plantas herbáceas vivazes, incluindo as bananeiras cultivadas para a produção de fibras (abacás) e para a produção de bananas. Existem cerca de 50 espécies de Musa, utilizadas pelo ser humano para diversas finalidades, originárias do sudeste da Ásia. Muitas variedades de bananas selvagens existem ainda no sudeste da Ásia. Caracterizam-se por um caule suculento e subterrâneo (rizoma), cujo "falso" tronco (um pseudocaule) é formado pelas bainhas superpostas das suas folhas. Estas são grandes, de coloração verde-clara, brilhantes e de forma, em geral, oblonga ou elíptica. As flores dispõem-se numa espiga terminal, em torno do chamado "coração" ou "umbigo" da bananeira, com glomérulos androgínicos, apesar de, na prática, os glomérulos superiores funcionarem apenas como masculinos e os inferiores como femininos. Apresenta ainda brácteas em forma de espata. O "fruto", conhecido como banana, é, na verdade, uma pseudobaga. As espécies do género Ensete, incluindo a bananeira-da-abissínia (Ensete ventricosum), são, vulgarmente, designadas como "falsas bananeiras".
Fonte didática: Wikipedia