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13 novembro, 2017

Tecnorgânico I (Versões anos 90 e 2017)

Fiz este desenho muitos anos atrás, junto com outros desenhos em uma velha página. Fiz com caneta azul originalmente. No meio deste ano fiz versões contemporâneas destes personagens. Aqui vou expor um deles. Futuramente postarei os outros.
Versão atual (6/2017)

versão antiga (anos 90?)

06 novembro, 2017

O Demônio de Jersey ( Jersey Devil)



O Demônio de Jersey é uma criatura  que habita a floresta de Pine Barrens, ao sul de Nova Jersey, EUA. A criatura é descrita como um bípede voador com patas, mas existem muitas variações. O Demônio de Jersey se transformou em uma cultura pop na área, tanto que, em homenagem, deram esse nome a um time de hóquei da NHL (New Jersey Devils).
Existem várias lendas sobre sua origem. As primeiras datam ao folclore dos índios nativos. As tribos chamavam a área ao redor de Pine Barrens de "Popuessing", que significa "lugar do dragão". Exploradores suecos depois chamaram a região de "Drake Kill", "drake" sendo a palavra sueca para dragão, e "kill" significando canal ou braço do mar (rio, riacho, etc.). Mas a lenda mais conhecida é de que, em 1735, uma senhora de sobrenome Leeds, que tinha 12 filhos, descobriu que estava grávida de seu 13º filho e disse: "Que este seja amaldiçoado!". Então o bebê teria nascido com cabeça de cavalo, asas de morcego e patas de canguru, teria matado seus pais e depois fugido para a floresta de Pine Barrens.
Popularmente, se diz que esta suposta criatura seria um demônio; e seu nome se deve pelo fato das primeiras informações sobre suas aparições remontarem à floresta de Pine Barrens, em Nova Jersey.

À criatura, se atribuem popularmente alguns raptos e desaparições humanas. As supostas testemunhas que informam encontros com esta criatura, afirmam que é uma criatura com cabeça de cavalo, erguida em duas patas, com uma altura de aproximadamente 1,80 metros, coberta de pelos, com asas parecidas com um morcego e com patas como cangurus. Devido às características que atribuem as supostas testemunhas, as pessoas que creem em sua existência afirmam que é um mamífero e que, segundo as descrições, é muito parecido a algumas criaturas mitológicas, como os minotauros.

Apesar das descrições variarem, existem alguns aspectos em comum, como seu longo pescoço, asas e patas. A criatura às vezes é vista como uma cabeça e cauda parecida como de um cavalo. São reputadas variações de altura de três pés a mais de sete pés. Vários avistamentos reportam que a criatura tem olhos vermelhos e brilhantes que podem paralisar um ser humano, e que emite um grito parecido com uma mulher, que é muito alto.
 Fonte: Wikipedia

Cabeça de Triceratops (estilizado)



O Triceratops  (nome científico: Triceratops spp., do grego latinizado "cabeça com três chifres") ou tricerátops  foi um tipo de dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu no fim do período Cretáceo, durante o Maastrichtiano, principalmente na região que é hoje a América do Norte. É um dos últimos gêneros conhecidos de dinossauros não-aviários, e extinguiu-se no evento de extinção do Cretáceo-Paleogeno há 66 milhões de anos atrás. O nome cientifico Triceratops, que significa literalmente "cabeça com três chifres", é derivado do grego τρί - (tri-), que significa "três", κέρας (Keras) que significa "chifre", e ὤψ (ops) que significa "cabeça".

Tinha um grande folho ósseo e três chifres em seu grande corpo de quatro patas, com distantes semelhanças com os atuais rinocerontes. O Triceratops é um dos dinossauros mais facilmente reconhecíveis, e o mais conhecido ceratopsídeo. Foi contemporâneo do tiranossauro.

Os cientistas reconhecem atualmente duas espécies distintas de Triceratops: Tricetatops horridus e Triceratops prorsus. No passado, outras espécies foram nomeadas por diferentes cientistas, embora de forma inconclusiva.

Pesquisa publicada em 2010 chegou a sugerir que o Triceratops e o torossauro poderiam ser a mesma espécie, mas em 2012 pesquisadores de Yale refutaram tal suposição, sustentando que os dois eram espécies separadas.

A descoberta do primeiro crânio de Triceratops ocorreu em 1887 em Denver, no estado americano do Colorado. Em 1889, Othniel Charles Marsh fez a nomeação oficial da espécie. Numerosos fósseis foram recolhidos desde então, inclusive um esqueleto completo de um indivíduo.

A função do folho e dos três distintivos chifres faciais do tricerátops inspirou longo debate entre cientistas. Tradicionalmente, os três chifres foram vistos como armas de defesa contra predadores. Teorias mais recentes, observando a presença de vasos sanguíneos nos ossos do crânio dos ceratopsídeos, consideram que é mais provável que fossem utilizados principalmente para identificação, no acasalamento e para mostrar disposição de dominância, de forma muito semelhante com as galhadas e os chifres das renas, cabra-das-rochosas e besouros-rinocerontes atuais.

O Triceratops é um dos dinossauros mais conhecidos do público, tendo aparecido no filme Jurassic Park de Steven Spielberg. Nos Estados Unidos, é um dos símbolos oficiais do estado do Wyoming.

Fonte: Wikipedia

01 novembro, 2017

Animal Pré-histórico OPABINIA



Opabinia é um gênero animal de depósitos de fósseis cambrianos. Sua única espécie, Opabinia regalis, é conhecida do Folhelho Burgess (Cambriano Médio) da Colúmbia Britânica, Canadá. Menos que vinte bons espécimes foram descritos; três espécimes de Opabinia são conhecidos do Grande phyllopod bed, onde ele compreende menos que 0,1% da comunidade. Opabinia foi um animal de corpo mole e tamanho modesto, com um corpo segmentado com lóbulos ao longo dos lados e uma cauda em forma de leque. A cabeça mostra características incomuns: cinco olhos, uma boca virada para trás e sob a cabeça, e um probóscide que provavelmente passou a comida para a boca. O Opabinia provavelmente viveu no fundo do mar, usando o probóscide para procurar pequenos animais de corpo mole.

Quando o primeiro exame minucioso do Opabinia em 1975 revelou suas características incomuns, foi pensado ser alheio a qualquer filo conhecido, embora possivelmente relacionado como um hipotético ancestral dos artrópodes e dos vermes anelídeos. No entanto outros achados, mais notavelmente o Anomalocaris, propôs que pertenciam a um grupo de animais que foram intimamente relacionados com os ancestrais dos artrópodes bem como podem também ser membros os tardígrados onicóforos.

Nos anos 1970 houve um contínuo debate sobre se animais multicelulares apareceram, subitamente durante o Cambriano Inferior, em um evento conhecido como Explosão Cambriana, ou se havia surgido antes sem deixar fósseis. A princípio Opabinia foi considerado como forte evidência para a hipótese da "explosão". Mais tarde a descoberta de uma série de lobopódios similares inteiros, alguns com intimas semelhanças com os artrópodes, e o desenvolvimento da ideia do grupo coroa sugeriu que o Cambriano Inferior foi um período de evolução relativamente alto mas que poderia ser entendido sem assumir algum único processo evolucionário.

FONTE: WIKIPEDIA

04 outubro, 2017

Borboleta-Caveira



Acherontia atropos (Borboleta-caveira) é uma grande mariposa com uma envergadura 90–130 mm. Distingue-se pela forma vaga de caveira que se encontra no seu dorso.

Sendo uma exceção no mundo dos insetos em respeito à forma de produção de som, emite pulsos sonoros de curta duração produzidos por intermédio de uma cavidade de ar fechada por uma válvula vibrante.
Uma borboleta-caveira aparece na capa do romance As Intermitências da Morte do escritor José Saramago.

No filme O Silêncio Dos Inocentes a borboleta aparece no pôster, a tapar a boca da personagem Clarice M. Starling (interpretada por Jodie Foster), em referência ao título "silêncio", sendo a caveira nas costas da borboleta a fotografia idealizada por Salvador Dalí "In Voluptas Mors". Um casulo de borboleta é posto sob o palato das vítimas do assassino em série Buffalo Bill, como um símbolo de sua almejada transformação. O personagem interpretado por Anthony Hopkins, o canibal Dr. Hannibal Lecter, refere-se às borboletas como um símbolo de transformação, associadas aos transgêneros e travestis, e ao assassino Buffalo Bill, que desejava mudar de identidade através duma veste formada por peles de suas vítimas.
Fonte: Wikipedia

02 outubro, 2017

O Galo



O galo (Gallus gallus) é o macho da galinha, tratado como um animal heráldico. Eles ao longo da história também foram utilizados num esporte, atualmente ilegal em diversos países, a rinha. Um galo juvenil é chamado de "frango", "galeto" ou "galispo". Algumas espécies  são criadas como aves ornamentais, por suas penas coloridas e brilhantes.
De forma geral, o galo é um símbolo solar e o seu comunicador, pois anuncia o nascer do Sol. Pela sua pose, o galo simboliza o sentimento de orgulho. No oriente, esta ave possui simboliza opositivo associado à virtude da coragem.
Nos mitos, por anunciar a vinda do Sol, o galo também afasta das casas as más influências da noite. Para o budismo, o galo está na roda da existência, juntamente com o porco e a serpente, e é um dos três venenos, simbolizando o apego, a cobiça, a sede.

Em alguns países da Europa também , o galo tem um imaginário ligado à cólera e à explosão de um desejo desmedido e contrariado.

O galo, na cultura cristã, é um emblema de Cristo, assim como o cordeiro e a águia, mas associa-se ao simbolismo solar da luz e da revelação. O galo como símbolo maçônico é símbolo de vigilância e de luz.

O galo é também símbolo do curso de publicidade e propaganda, por ser ele um anunciante do nascer do sol, despertando a atenção para o começo de um novo dia.