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04 outubro, 2017

Borboleta-Caveira



Acherontia atropos (Borboleta-caveira) é uma grande mariposa com uma envergadura 90–130 mm. Distingue-se pela forma vaga de caveira que se encontra no seu dorso.

Sendo uma exceção no mundo dos insetos em respeito à forma de produção de som, emite pulsos sonoros de curta duração produzidos por intermédio de uma cavidade de ar fechada por uma válvula vibrante.
Uma borboleta-caveira aparece na capa do romance As Intermitências da Morte do escritor José Saramago.

No filme O Silêncio Dos Inocentes a borboleta aparece no pôster, a tapar a boca da personagem Clarice M. Starling (interpretada por Jodie Foster), em referência ao título "silêncio", sendo a caveira nas costas da borboleta a fotografia idealizada por Salvador Dalí "In Voluptas Mors". Um casulo de borboleta é posto sob o palato das vítimas do assassino em série Buffalo Bill, como um símbolo de sua almejada transformação. O personagem interpretado por Anthony Hopkins, o canibal Dr. Hannibal Lecter, refere-se às borboletas como um símbolo de transformação, associadas aos transgêneros e travestis, e ao assassino Buffalo Bill, que desejava mudar de identidade através duma veste formada por peles de suas vítimas.
Fonte: Wikipedia

02 outubro, 2017

O Galo



O galo (Gallus gallus) é o macho da galinha, tratado como um animal heráldico. Eles ao longo da história também foram utilizados num esporte, atualmente ilegal em diversos países, a rinha. Um galo juvenil é chamado de "frango", "galeto" ou "galispo". Algumas espécies  são criadas como aves ornamentais, por suas penas coloridas e brilhantes.
De forma geral, o galo é um símbolo solar e o seu comunicador, pois anuncia o nascer do Sol. Pela sua pose, o galo simboliza o sentimento de orgulho. No oriente, esta ave possui simboliza opositivo associado à virtude da coragem.
Nos mitos, por anunciar a vinda do Sol, o galo também afasta das casas as más influências da noite. Para o budismo, o galo está na roda da existência, juntamente com o porco e a serpente, e é um dos três venenos, simbolizando o apego, a cobiça, a sede.

Em alguns países da Europa também , o galo tem um imaginário ligado à cólera e à explosão de um desejo desmedido e contrariado.

O galo, na cultura cristã, é um emblema de Cristo, assim como o cordeiro e a águia, mas associa-se ao simbolismo solar da luz e da revelação. O galo como símbolo maçônico é símbolo de vigilância e de luz.

O galo é também símbolo do curso de publicidade e propaganda, por ser ele um anunciante do nascer do sol, despertando a atenção para o começo de um novo dia.

26 setembro, 2017

Monstro invisível versões anos 90 & 2017

Fiz primeiramente este outro desenho nos anos 90 em outra página do mesmo caderno escolar(folha em tom amarelo). Neste Ano fiz a sua versão atualizada.

22 setembro, 2017

A "Quimera" anos 90 e atual


Fiz primeiramente este desenho nos anos 90 em um caderno escolar(folha em tom amarelo). Neste Ano fiz uma versão atualizada.

14 setembro, 2017

A Batata-Doce (Colorizada)

A batata-doce (Ipomoea batatas), também chamada batata-da-terra, batata-da-ilha, jatica e jetica, é uma planta da família das convolvuláceas, da ordem das Solanales (a mesma da batata, do tomate, das pimentas etc.). Originária dos Andes, se espalhou pelos trópicos e subtrópicos de todo o mundo.

Fonte: Wikipedia

12 setembro, 2017

O Bunyip , o Mito Australiano.



Para os aborígenes da Austrália, o bunyip (cujo nome significa demônio na língua nativa) é um animal fantástico do tamanho de um bezerro que vive em lagos e poços do outback, o "interior australiano".

O bunyip alimenta-se de seres humanos, dando preferência a mulheres. Seu grito pode fazer o sangue coagular. Acredita-se também que o bunyip cause doenças.

Algumas descrições dizem ter cabeça de uma ema, com dentes no final do bico, corpo de crocodilo e longos membros com longos dedods e garras.  Foi esta descrição que resolvi desenhar.

Do mesmo modo que o mapinguari brasileiro, não se sabe se o bunyip é apenas uma lenda ou um animal ainda não descoberto. Algumas teorias apontam como sendo o Diprotodon, uma espécie de vombate gigante extinta há 50 mil anos, quando os humanos chegaram à Austrália.

Fonte: Wikipedia

11 setembro, 2017

A Fênix de Aberdeen


A fênix, fênice (português brasileiro) ou fénix (português europeu) (em grego clássico: ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fênix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.


Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fênix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97 200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fênix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.


Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do deus Rá, ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.


Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97 200 anos.


De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fênix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípcia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.


Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fênix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fênix, mas foi assassinado pouco tempo depois.


Atualmente os estudiosos creem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fênix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.


Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fênix (Phoenix), a palmeira (Phoenix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.


    A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da Antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.

    Para os gregos, a fênix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fênix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.

    Os egípcios a tinham por "Bennu" e estava relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.

    Na China antiga a fênix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Púrpura, azul, vermelha, branco e dourado.

    No início da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.

    A bandeira da cidade de São Francisco mostra uma fênix, acreditado de estar um símbolo de renovação depois o sismo que devastou a cidade em 1906. A bandeira e o selo da cidade de Atlanta mostram uma fênix também.

    No Acidente na mina San José em 2010, a cápsula que estava retirando um por um dos 33 mineiros foi chamada de Fênix, porque o resgate deles a uma profundidade muito funda de terra lembra a ressurreição da ave mítica das cinzas.

 O desenho da fênix do post é inspirada numa gravura do Bestiário de Aberdeen. O Bestiário de Aberdeen é um livro manuscrito e iluminado (com gravuras iluminuras) preservado na biblioteca da Universidade de Aberdeen (MS 24). Foi realizado na Inglaterra em torno do ano 1200 e é um dos mais importantes exemplares de seu tipo.

Fonte Wikipedia



09 setembro, 2017

Logomarca da Scania

A empresa foi fundada em 1900 como Maskinfabriks AB Scania na cidade de Malmö no sul da Suécia. Scania é a forma latina para designar a província sueca de Skåne. Em 1911 a Scania se associou a outro fabricante do ramo automobilístico, a Vagnsfabriks Aktiebolaget i Södertälje (VABIS) de Södertälje para formar a AB Scania-Vabis. Em 1969 a Scania-Vabis se associou com a Saab, para formar o grupo Saab-Scania AB. Em 1995 a união foi desfeita e a Scania passou a se chamar apenas Scania AB.
Fonte Wikipedia